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Martes, 19 de Marzo de 2019
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Propuesta de libre circulación de productos de la Economía Solidaria en Mercosur

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Prezada Shirlei
la libre circulación de productos de la economía solidaria para el MERCOSUR es una gran iniciativa. Saludo en tal sentido al FBES la propuesta realizada en la Cumbre Social. Desde hace algunos años el Espacio Mercosur Solidario venía proponiendo esa posibilidad. En Uruguay, por ejemplo, recuerdo el planteo que le realizamos en su momento al Vicecanciller en un desayuno de trabajo que nos reunió en la Tienda Ecosol. Incluso, hace un par de años, propusimos lo mismo para los productos del comercio justo ante una delegación de Embajadores de la Aladi. La idea, es que el Mercosur al menos funcione para productos elaborados con ciertos criterios de solidaridad, medio ambiente y justicia social, aún sabiendo las dificultades que eso representa. En otro plano, como ya saben Uruguay y Brasil estarán firmando en estos días un acuerdo para permitir la libre circulación de mercaderías, lo que abrirá también posibilidades de intercambios a nivel de circuitos solidarios entre nuestros países.  Un fuerte abrazo,

 

Dr. Pablo Guerra

Profesor - Investigador

Universidad de la República

Montevideo - Uruguay
http://www.facebook.com/pablo.augusto.395891

Movil: 095 414385

Querida gente, Paz e bem!

Estamos em plena Cúpula Social do Mercosul e ontem coordenei enquanto FBES, a oficina que discutiu mercado Justo e economia solidária.

Um grande desafio, mas conseguimos apresentar duas proposta que vão integrar as 20 a serem apresentadas as presidentas e presidentes, dentre elas, passou a proposta de democratizar as barreiras alfandegarias no Mercosul, pela livre circulação de produtos e serviços da economia solidária.

Agradeço aos compas, em especial ao Luis Carraza, representando o FACES e a Adriana FBES, que estiveram presente na atividade e contribuíram para o resultado da mesma.

Segue abaixo uma matéria que traz mais informações.

Um grande abraço,

Livre circulação para a economia solidária

Ultrapassar fronteiras entre países continua sendo um desafio para os micro-empreendimentos do Mercosul. De olho na movimentação financeira das grandes empresas, o Bloco ainda precisa avançar na construção de uma plataforma que favoreça o comércio justo, promova o intercâmbio de tecnologias sociais e aqueça a economia solidária. Buscar alternativas para superar esse desafio foi objetivo da oficina realizada na tarde desta quarta-feira (5), durante a Cúpula Social do Mercosul, em Brasília, com a participação de gestores e ativistas sociais da Região.

“Não é possível que o artesanato tenha que enfrentar os mesmos mecanismos de importação e exportação, taxas e regulamentação que os de um telefone celular. Do jeito que funciona hoje, os mesmos impostos que uma grande empresa paga, o pequeno paga também”, reclamou Shirlei Silva, do Fórum Brasileiro de Economia Solidária. Na avaliação dela, é fundamental acelerar a integração entre os países do Bloco nesse sentido. “O que propomos é a união de esforços para fortalecer organizações produtivas que não visem apenas o lucro, mas que valorizem o ser humano e respeitem a natureza”.

A experiência da Argentina, que enfrentou a maior crise econômica da sua história em 2003, trouxe ao debate a reflexão sobre a decadência do modelo capitalista e a necessidade de se investir em sistemas produtivos mais cooperativos. “O que passou no nosso país além de fechar milhares de empresas? Nós tivemos que descobrir novas formas de organização, baseadas no trabalho coletivo. Muitas dessas empresas foram recuperadas pelos próprios trabalhadores, com responsabilidades e lucros compartilhados entre todos”, explicou Francisco Reis, da Associação Latino-americana de Micros, Pequenas e Médias Empresas.

Intercâmbio e conhecimento livre
O debate sobre a criação de espaços para a troca de conhecimentos relacionados ao comércio justo e à economia solidária também mobilizou os participantes. O presidente da Fundação do Banco do Brasil, Jorge Streit, sugeriu o desenvolvimento de uma plataforma de tecnologias sociais acessível a todos os países do Mercosul. “As tecnologias sociais compreendem um universo de práticas, métodos e produtos criados para solucionar algum problema da vida real das pessoas. Geralmente esses saberes populares podem ser reaplicados com simplicidade e baixo custo, mas com um grande benefício de transformação social”, sustentou.

Jorge também reforçou a importância de incluir as tecnologias sociais na agenda das instituições de ensino. “Se continuarmos formando estudantes que tenham uma visão exclusivamente voltada para a lógica do mercado, só teremos profissionais que sirvam a este modelo. Muitas cooperativas e organizações produtivas da economia solidária têm dificuldade em encontrar técnicos capacitados. Como trabalhar contratar para trabalhar com agroecologia uma pessoa que tenha sido formada com a cabeça do agronegócio?”, provocou.

Sob o tema “Comércio justo e economia solidária”, a oficina integrou a programação do grupo de debates “Tecnologias Sociais e Integração Produtiva”. Os resultados deste debate serão incorporados à Declaração Final da Cúpula Social do Mercosul, que será entregue às presidentas e presidentes dos países-membros do Bloco na próxima sexta-feira (7).

Shirlei A. A. Silva
Coordenadora da Unidade

T. +55 61 3221 4955      
F. +55 61 3226 6422
C. +55 61 8117 8164      
www.marista.edu.br

 

 

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Sin directivos, gerentes, supervisores, sin ni siquiera cargos, cerca de 80 organizaciones comunitarias, 700 trabajadores asociados, mil productores asociados y unidades de producción comunitaria se integran para atenderse y atender a 120.000 consumidores con  más de 180 millones de dólares de facturación anual. Es la mayor organización comunitaria de distribución de bienes y servicios en Venezuela.

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